Justiça: aos amigos os favores da lei, aos inimigos os rigores da lei

A Operação Java jato – ainda que acidentalmente – foi tão no fundo do poço que desnudou os verdadeiros corruptos. Mesmo com todo cuidado da equipe de Curitiba em não deixar os comparsas constrangidos, eles foram pegos, ainda que após flagrante delito tenham sido soltos no “arrumadinho” de Temer. Muitos, nem isto, como o caso de Aécio, Jucá, Moreira Franco (que recebeu foro privilegiado através de cargo de ministro) e Elizeu Quadrilha Padilha entre outros.

Os corruptos não eram os petistas como a mídia afirmava através de propagandas negativas em impressos, rádios e TVs, porque as delações contra os agentes do partido dos trabalhadores precisavam ser respaldadas em provas, numa linha investigativa básica, que mostrou por exemplo, provas contra a verdadeira quadrilha. Foi deletado basta ir aos bancos para saber se a delação foi verdadeira e merece o benefício da lei. Contra os “outros”, creiam, até malas e caixas de dinheiro foram encontradas aos montes, em apartamento de Geddel Viera (PMDB) apoiado pelo prefeito de Salvador ACM Neto (DEM).

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Lembro que o Juiz Sérgio Moro fazia questão de transmitir as delações, e nelas, as perguntas eram sempre sobre Lula e os petistas, ainda que, o delator insistisse em dizer que, os criminosos estavam no PMDB, PP, PRB, PSDB e outros. Moro afirmava, sem pestanejar, que quem governava era o PT, e isto era o suficiente para embasar sua perseguição virulenta, já descoberta pela maioria do cidadão e cidadã de bem.

Agora a PGR Raquel Dodge – indicada por Temer – reabre processo já concluído e encerrado contra Gleisi Hoffmann e seu esposo, o ex-ministro Paulo Bernardo, com pedido de prisão e perda do cargo. Certamente porque é a presidenta do maior partido da América Latina.

Leiam Nota abaixo emitida pelo PT e entendam, de uma vez, que a justiça no Brasil é parcial, em se tratando de qualquer assunto.

1) São totalmente falsas as acusações feitas contra a senadora Gleisi Hoffmann na Ação Penal que ela responde junto com o ex-ministro Paulo Bernardo.
2) O Ministério Público montou a denúncia com base exclusivamente em delações contraditórias de réus interessados em obter benefícios penais, sem apresentar nenhuma prova, o que é contra a lei.
3) A defesa demonstrou e até o Ministério Público reconheceu, no processo, que os delatores não foram capazes sequer de dizer como, quando e onde teriam sido realizados os supostos e inexistentes pagamentos.
4) As alegações finais da Procuradoria-Geral da República repetem os mesmos vícios da denúncia original, infundada e arbitrária.
5) O processo sem lastro montado contra a senadora e o ex-ministro será desmontado nas alegações finais da defesa ao STF.
6) A violência cometida contra a presidenta Nacional do PT mostra, mais uma vez, a perseguição contra o partido e suas lideranças, movida por setores do sistema judicial e da mídia.
7) O PT seguirá lutando pelas grandes causas do Brasil, pelo restabelecimento pleno do estado de direito e para que a justiça seja feita.

Comissão Executiva Nacional do PT

 

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