Os meios de comunicação dividiram o país e semearam o ódio

Os meios de comunicação dividiram o país e semearam o ódio

Há tempos a mídia vem fazendo uma campanha sórdida de ódio e intolerância contra o Partido dos Trabalhadores, seus agentes políticos, filiados e simpatizantes em todo o País.

Há uma falsa polarização entre “esquerda e direita”, uma hostilidade sem fim. Usam correntes politicas como pedras de rebolo para atacar e contra-atacar nas redes sociais e estabelecer a cultura do ódio. Os que se dizem de esquerda confundem ódio e desinformação com “fascismo”, “nazismo” e outros ismos.  Os que se dizem de direita confundem consumismo com capitalismo, socialismo com seitas demoníacas, numa troca de valores sem precedentes.

ENQUANTO BRIGAM O PAÍS É SURRUPIADO

Mesmo que nunca encontrem provas contra Lula e políticos do PT de corrupção ou outros ilícitos, bastam os ‘Lawfares‘ para que, parte da massa de manobra continue chamando Lula de “ladrão” e outros adjetivos depreciativos, não porque sejam “pobres de direita”, como dizem, mas por serem incapazes de construir um pensamento crítico e auto critico. São massa de manobra, e merecem uma chance de esclarecimento com tolerância e armistício. 

Outras mídias mencionam um “povo” que não se mobiliza contra os ataques à nação, mas esquecem que o povo foi dividido em dois campos pela Globo: pro-impeachment, de verde e amarelo, e os movimentos sociais, sindicais e populares de vermelho. Os de verde e amarelo são massa de manobra, não correspondem 1% das elites, mas são guarnecidos pela polícia. Já os de vermelho se saírem às ruas apanham, mas apanham com violência desproporcional. É ordem dos trapaceiros que ascenderam ao poder através da ruptura democrática proporcionado pela farsa das pedaladas fiscais. 

Ódio e Divisão – Imagem de arquivo

A MÍDIA DIVIDIU O PAÍS, E O PAÍS PRECISA SE UNIR PARA VOLTAR À NORMALIDADE

Desde que Lula assumiu à presidência em 2003 que teve início a perseguição, a onda de boatos, acusações, difamações e toda sorte de pilhérias contra ele, seus familiares, o partido, simpatizantes e filiados, através da mídia nativa como Rede Globo, Veja, IstoÉ, Época, Folha de São Paulo e Estadão. Uma campanha de “demonização” foi criada para solapar as forças democráticas e progressistas que venceram as quatro últimas eleições no Brasil.

Os programas sociais do partido, que se mostraram eficazes contra o desemprego em massa, à fome e as desigualdades sociais se transformaram mundo afora em exemplos a serem seguidos, mas no Brasil dos desinformados deformaram a verdade, criando vários neologismos depreciativos para se referir a esses programas tão necessários à dignidade humana. O bolsa família se tornou “bolsa esmola”, e pouca gente sabe como funciona. O programa de transferência de renda visa retirar as crianças do trabalho escravo e das ruas para irem à escola. E tem os que defendem o trabalho infantil com a retórica de “não criar vagabundos”. Ou seja, mais vale uma criança dormindo nas ruas, quebrando pedras ou nas carvoarias do que estudando, este é um sentimento odioso e desumano.

Mesmo com a pancadaria da Globo e seus tentáculos, que mostrava todos os dias em seus telejornais um “Brasil em crise”, quebrado e desgovernado, outro Brasil crescia e aparecia encantando o mundo. Um Brasil em trevas nas mídias, enquanto um Brasil iluminado, gigante, cheio de autoestima e respeitado despontava no mundo.

Mas a Globo cegou grande parte de brasileiros, inclusive beneficiados pelos programas sociais do partido dos trabalhadores. Há quem imagine que Lula ajudou apenas os pobres, mas é um ledo engano, Lula ajudou os donos de bodegas a terem seus supermercados, os donos de supermercados a terem suas redes de mercados, levou montadoras de automóveis para os interiores do Brasil dando incentivo fiscais e financiamento via BNDS em troca de geração de emprego e renda.

As mídias dividiam aos poucos o País, massificando, cegando o entendimento das pessoas contra o partido. O PT era responsável por todas as mazelas do mundo, e nunca pelo bem, como ter pago o FMI, ter retirado milhões de pessoas da linha da miséria absoluta, ter oportunizado negros e pobres fazerem um curso universitário e por ter dado ao Brasil uma nova identidade que não fosse a de um País submisso aos desmandos dos EUA, mas um País livre e soberano. 

Quem dividiu o País foram as mídias para destruí-lo, e cabe aos cidadãos brasileiros, independente de agremiação partidária, darem às mãos para reconstruí-lo.

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