Trump aumenta restrições com o comércio de Cuba Há 57 anos Cuba sofre bloqueio criminoso dos EUA, e na gestão de Trump ele aumentam o castigo

De Redação

Não há motivos para que os EUA tenham imposto embargos e restrições à ilha desde 1960, há exatos 57 anos. Esses embargos são criminoso, pois segundo a ONU apenas países em guerra, ou desenvolvendo armamentos de destruição em massa podem ser embargados, com exceção dos EUA e países aliados.

Mas não é isto que ocorre em Cuba. Mesmo não estando em conflito, os EUA mantém um embargo criminoso há 57 anos, o que faz com que o país não se desenvolva, fique isolado do resto do mundo, vivendo como no século passado no que tange transportes e infraestruturas, e mantendo a nação sem possibilidade alguma de desenvolvimento, congelada.

Crianças cubanas indo à escola – imagem: Arquivo da Web

Muitos movimentos humanitários internacionais são contra os embargos. No início deste mês as Nações Unidas se reuniram para votar pelo fim do embargo, e dos 193 países 191 foram unânimes em levantar o embargo, apenas 2 foram a favor, exatamente EUA e Israel.

Barack Obama tentou se reaproximar de Cuba, e as embaixadas voltaram a funcionar dando mostras de armistícios, mas, bastou Trump ser eleito para fechar as embaixadas e, além disso, aumentar as sanções contra àquele país.

A partir desta quinta-feira (9) começam a valer as novas regras para viagens e negócios entre os Estados Unidos e Cuba. A nova regulamentação proíbe a realização de transações comerciais de empresas norte-americanas com 180 entidades do governo e companhias de turismo cubanas. 

O povo cubano é um povo de luta, e tinha no turismo sustentável um dos maiores pilares econômicos, mas aprendeu a conviver em regime de partilha e esforço comunitário. Na construção de um prédio ou habitação popular, por exemplo, entra a solidariedade de um povo que apreendeu a colocar em prática a empatia e o altruísmo: entram médicos, engenheiros, eletricistas, advogados, atletas e outros profissionais, além dos pedreiros, trabalhando em regime de mutirão e de forma voluntária.

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